Publicação: Determinantes do desenvolvimento na primeira infância no Brasil
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Texto para Discussão (TD) 1478: Determinantes do desenvolvimento na primeira infância no Brasil
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Resumo
O progresso ocorrido ao longo da última década é indiscutível, combinando menos pobreza com maior oferta e acesso a serviços de melhor qualidade, além de propiciar melhor utilização destes serviços por parte das famílias com crianças. No entanto, mais importante do que a velocidade de tal progresso talvez seja o fato de este ter sido claramente equalizante. Não só a mortalidade e a subnutrição declinaram, mas o acesso e a utilização de ampla variedade de serviços expandiram-se muito mais entre crianças em famílias com alta vulnerabilidade do que entre aquelas não vulneráveis. Declinaram também as diferenças entre as áreas rurais e urbanas e entre as regiões Norte e Nordeste, por um lado, e Sul e Sudeste, por outro. Mas, apesar do progresso substancial, a situação da primeira infância no país ainda requer considerável atenção. Garantir a estas crianças as condições básicas de vida e as oportunidades necessárias para seu desenvolvimento é, e continuará sendo, um dos maiores desafios para as próximas décadas. O sucesso exigirá continuidade do progresso. Contudo, continuidade de resultados não significa necessariamente prosseguimento de ações. É fundamental que as políticas públicas se adéquem aos novos desafios e que ações voltadas para áreas em que o progresso tem sido relativamente mais lento sejam fortalecidas. Neste particular, é preciso dispensar especial atenção para a redução da mortalidade neonatal, a promoção do aleitamento materno exclusivo, a expansão do acesso ao saneamento básico e a redução drástica da proporção de crianças sem registro de nascimento. Superados estes desafios, teremos garantido atenção básica minimamente adequada à primeira infância.
Resumo traduzido
The progress occurred over the last decade is undeniable, combining less poverty, with more choice and access to better services, as well as better use of these services by families with children. However, more important than the speed of progress may be the fact that it was clearly equalizing. Not only the mortality and malnutrition have declined, but access and use the wide range of services expanded more among children in families with high vulnerability than those not vulnerable. Also declined the differences between rural and urban areas, and between the North and Northeast regions on the one hand, and South and Southeast, on the other. But despite this substantial progress, the situation of early childhood in the country still requires considerable attention. Ensure these children basic living conditions and opportunities necessary for their development is and will remain, one of the biggest challenges for the coming decades. Success will require continued progress. However, continuity of results does not necessarily mean further action. It is essential that public policies meet new challenges and that actions directed for areas where progress has been relatively slow be strengthened. In particular, we must pay special attention to reducing neonatal mortality, promotion of exclusive breastfeeding, the expansion of access to basic sanitation and the reduction in the proportion of children without birth registration. Overcome these challenges, we have guaranteed minimally adequate basic care for infants.
