Pequenas, Médias e Grandes Empresas
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/17416
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Livro O Sistema empresarial público no Brasil : gênese e tendências atuais(Ipea, 1988) Saravia, Enrique J.; Enrique SaraviaEconomia e Desenvolvimento 1Apresenta breve relato de como o Estado em todas as épocas, interferiu na economia da comunidade sob seu domínio. Mostra a situação do sistema empresarial público brasileiro, trazendo os principais dados das empresas estatais, classificados por setor de atuação agrupados de acordo com a classificação internacional da Organização das Nações Unidas. Mostra tendências atuais do setor e apresenta o programa de desestatização do Brasil. Traz anexos com dados relativos ao setor empresarial público brasileiro.Publicação A Experiência norte-americana com subvenção direta à inovação em pequenas empresas : o Programa Small Business Innovation Research(Ipea, 2024-08) Pinho, Marcelo; Torkomian, Ana Lúcia Vitale; Debora Regina Taño; Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais - DIRUR; Marcelo Pinho; Ana Lúcia Vitale Torkomian; Debora Regina Taño,PPP 70Tendo aplicado, a preços corrigidos, quase US$ 100 bilhões em 208 mil projetos da sua criação em 1982 até 2023, o Small Business Innovation Research (SBIR) é considerado por fontes oficiais e especialistas do meio acadêmico o principal programa de apoio à inovação em pequenas empresas dos Estados Unidos. Nesse contexto, este artigo revisa a extensa literatura sobre o programa, reconstituindo sua trajetória, recuperando as avaliações realizadas sobre ele e analisando aspectos centrais do programa como política de inovação. O trabalho se assenta num levantamento sistemático da literatura, o qual não identificou nenhum outro artigo sobre o SBIR com a abrangência e atualidade do ora apresentado. Além de detalhar as características e a evolução do SBIR, o artigo aborda as avaliações sobre seu desempenho, tanto as mais gerais, demandadas pelo congresso norte-americano, quanto as provenientes de estudos acadêmicos, usualmente direcionadas a aspectos específicos do programa. Entre as conclusões da pesquisa, destacam-se: a ampla diversidade interna de um programa executado de forma descentralizada por onze agências governamentais; a progressiva evolução institucional do SBIR, com ampliação dos recursos destinados ao programa e esforço crescente para aprimorar seus efeitos em termos de comercialização de tecnologia; e o claro predomínio das avaliações positivas sobre os efeitos do programa.Publicação O Surgimento de grandes grupos empresariais de educação superior e os efeitos sobre a qualidade do ensino(Ipea, 2019) Bênia, Gerson Carvalho; Alexandre dos Santos Cunha; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Gerson Carvalho Bênia; Benedetto, Roberto Di; Carlos Henrique Leite Corseuil; Alexandre dos Santos CunhaMestrado Profissional em Políticas Públicas e Desenvolvimento - Terceira TurmaO presente estudo investiga se a aquisição de instituições de educação superior privadas por grandes grupos econômicos que dominam o mercado brasileiro gera efeitos sobre a qualidade do ensino prestado por essas instituições adquiridas. Tais efeitos são avaliados em relação a indicadores que compõem o sistema oficial de avaliação da educação superior no Brasil - Conceito Preliminar de Curso, nota de formação geral e nota de conhecimentos específicos, que são componentes do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes e sobre os percentuais de professores com grau de mestrado e de doutorado na composição do corpo docente das instituições de ensino - em relação aos cursos de graduação de Administração, Direito e Ciências Contábeis, assim como ao conjunto de cursos avaliados no Ano III do ciclo avaliativo. A metodologia usada foi a estimação de diferenças em diferenças sobre uma base de dados pareada com o Propensity Score Matching. Os resultados, em sua maioria, não sugerem que as aquisições provoquem alterações estatisticamente significantes sobre os indicadores de qualidade.Publicação Subvenção e apoio técnico como pilares para políticas de fomento à Economia 4.0 em micro e pequenas empresas(Ipea, 2021) Stahelin, Maycon David; Claudio Roberto Amitrano; Alexandre de Ávila Gomide; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Maycon David Stahelin; Fernanda De Negri; Pereira, Ana Karine; Alexandre de Ávila Gomide; Claudio Roberto AmitranoMestrado Profissional em Políticas Públicas e Desenvolvimento - Quarta TurmaEsta pesquisa tem como objetivo investigar de que forma a oferta de recursos públicos, por meio de subvenção, e o apoio técnico ajudam MPEs a inovar. O estudo aponta inicialmente a falta de recursos, a aversão ao risco da inovação e a baixa qualificação e estrutura técnica das empresas como entraves ao processo de inovação e, portanto, como problemas centrais que demandam o suporte do Estado. Para essa análise, foram realizados estudos de caso de duas políticas públicas. O primeiro, sobre o projeto piloto do programa Brasil Mais Economia 4.0, realizado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas em parceria com o Ministério da Economia para acelerar a adoção de tecnologias 4.0 por firmas de pequeno e médio porte. O segundo estudo foi centrado no apoio da Embrapii ao desenvolvimento dessas tecnologias por MPEs, em projetos realizados em parceria com ICTs. Nos dois casos, foram compilados dados do apoio oferecido pelas políticas e dos resultados obtidos pelas empresas. Além disso, foram entrevistados os gestores das instituições executoras e representantes das firmas participantes e de fornecedores das tecnologias. Para a condução dos estudos, foi utilizada a metodologia do process-tracing (rastreamento de processos), que traz ferramentas para analisar de forma aprofundada o mecanismo que conecta as condições causais identificadas ao resultado pretendido, ajudando a compreender de que forma a subvenção e o apoio técnico auxiliam as empresas na adoção e no desenvolvimento das tecnologias da Economia 4.0 e contribuem para que esse processo seja bem sucedido. O estudo concluiu que a subvenção atua inicialmente como uma isca para atrair a atenção das pequenas firmas ao investimento em inovação, principalmente ao compartilhar os custos e consequentemente os riscos do projeto. No entanto, a questão financeira não é a única barreira para inovar e, mesmo com dinheiro disponível, a maior parte das MPEs enfrenta também limitações técnicas. Nesse sentido, o estudo demonstrou que as duas causas atuam de forma complementar para chegar ao resultado: algumas firmas precisam mais da subvenção, outras mais do apoio técnico, mas quase todas necessitam de ambos em algum grau. A análise demonstrou ainda como o efeito demonstração é relevante para remover as barreiras que impedem as MPEs a darem o primeiro passo – depois que perceberem o resultado da inovação adotada ou desenvolvida, a maior parte delas muda a visão e passa a ter interesse em continuar investindo, mesmo que com recursos próprios.Publicação Análise exploratória sobre o Programa Brasil Mais(Ipea, 2024) Izycki, Luís Guilherme; Mauro Oddo Nogueira; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Luís Guilherme Izycki; Antonio Lassance; Claudio Roberto Amitrano; Mauro Oddo NogueiraMestrado Profissional em Políticas Públicas e Desenvolvimento - Quinta TurmaEsse estudo apresenta uma análise exploratória do Programa Brasil Mais, uma iniciativa governamental destinada a melhorar a produtividade das MPEs no Brasil. O estudo investiga o do programa, utilizando um estudo de caso focado no Distrito Federal. A pesquisa combina métodos qualitativos e quantitativos, incluindo análise documental, levantamento bibliográfico e entrevistas semiestruturadas com representantes de empresas que aderiram ao Programa e gestores públicos envolvidos na concepção e implementação do programa. O Programa Brasil Mais foi lançado pelo Governo Federal como uma resposta às necessidades identificadas no setor produtivo, especialmente entre as MPEs, que representam uma parte significativa da economia brasileira, mas enfrentam desafios consideráveis em termos de competitividade e inovação. O Programa busca capacitar essas empresas por meio da introdução de metodologias de gestão eficiente e tecnologias de ponta, promovendo a melhoria contínua e a transformação digital. O Programa é considerado uma política pública estratégica por sua capacidade de gerar impactos positivos e sustentáveis, contribuindo para a modernização das empresas e o aumento de sua produtividade. Ao proporcionar consultorias especializadas e acesso facilitado a tecnologias, o Programa Brasil Mais se posiciona como um catalisador para o crescimento e a sustentabilidade das MPEs, especialmente em um cenário econômico desafiador. As considerações finais destacam o caráter estratégico do programa como uma política de Estado, que se manteve relevante mesmo diante de mudanças políticas. O estudo sugere que o sucesso do Programa Brasil Mais reside na sua capacidade de adaptação e na inclusão de setores além da indústria, promovendo um impacto positivo em diversos contextos empresariais. A pesquisa conclui que, para futuras expansões, é fundamental fortalecer o diálogo entre os gestores e as empresas participantes, além de aumentar a transparência e a acessibilidade das informações sobre o programa.Publicação Efeitos dos programas emergenciais de crédito durante a pandemia de Covid-19 : o caso do Pronampe(Ipea, 2025-08) Silva, Napoleão Luiz Costa; Rosa, Paulo Sérgio; Faciroli, Jéssica; Ipea; Napoleão Luiz Costa da Silva; Paulo Sérgio Rosa; Jéssica FaciroliA pandemia de covid-19 intensificou os desafios econômicos e ampliou a necessidade de políticas de suporte financeiro, como o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), criado em 2020 para facilitar o acesso ao crédito e preservar empregos. Este estudo analisa os efeitos do Pronampe no nível de emprego entre 2018 e 2021. Os resultados indicam que o programa teve um importante papel para a manutenção do emprego formal ao permitir que as empresas beneficiadas preservassem os postos de trabalho, de modo a contribuir também para a mitigação dos efeitos adversos da pandemia sobre a economia.Publicação Microempreendedor Individual (MEI) : propostas para aprimoramento(Ipea, 2025) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Instituto de Pesquisa Econômica AplicadaOne PagePolíticas como o regime de Microeempreendedor Individual requerem clareza sobre os objetivos, além de formas de monitoramento e avaliação constantes, para identificar possíveis distorções que comprometam os resultados almejados ou que levem a problemas não mapeados até então.Publicação Quem não é maior, consegue ser o melhor ? O papel das pequenas empresas na dinâmica das inovações no Brasil a partir dos dados das Pintecs(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-07) Nogueira, Mauro Oddo; Barreto, Mylena da Silva GomesEste trabalho teve como objetivo atualizar a análise sobre a inovação nas MPEs industriais brasileiras, baseada na Pintec, para compreender sua evolução entre 2009 e 2017. Buscou-se avaliar mudanças na participação das MPEs nos processos inovativos, apesar das dificuldades impostas pela ausência de tabulações especiais recentes da pesquisa, necessárias para a atualização completa das tabelas utilizadas no estudo. Além disso, o texto destaca a importância dos desafios que essas empresas enfrentam, como falta de acesso a crédito e políticas de fomento, e a necessidade de maior apoio governamental para fortalecer sua capacidade inovadora.Livro Pequenas e médias indústrias : análise dos problemas, incentivos e sua contribuição ao desenvolvimento(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1973) Barros, Frederico José O. Robalinho de; Modenesi, Rui LyrioInicialmente concebido para identificar setores industriais promissores para o crescimento de pequenas e médias indústrias, o presente estudo evoluiu para uma análise mais ampla, voltada à identificação dos principais obstáculos enfrentados por essas empresas no Brasil. Ao perceber a necessidade de um enfoque global, o trabalho passou a abranger aspectos técnico-econômico-financeiros, institucionais e administrativos das pequenas e médias indústrias nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul, com o objetivo de fundamentar uma política nacional de fortalecimento desse extrato produtivo. Por meio de visitas a empresas e órgãos de desenvolvimento e entrevistas com empresários e técnicos, foram levantadas informações sobre financiamento, assistência técnica, mercado, mão de obra, tecnologia e gestão. O relatório apresenta os resultados dessas análises, incluindo o papel do FIPEME, a experiência da SUDENE e do BNB no Nordeste, e as especificidades regionais do Extremo Sul e Sudeste, consolidando-se como um esforço inédito para orientar políticas de investimento e apoio mais eficazes às pequenas e médias indústrias brasileiras.Livro Gestão da empresa : automação e competitividade : novos padrões de organização e de relações do trabalho(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1990) Fleury, Afonso; Shaiken, Harley; Tauile, Ricardo; Zarifian, Philippe; Freyssenet, Michel; Lojkine, Jean; Hirata, Helena; Gautrat, Jacques; Pinaud, Henri; Humphrey, John; Soares, Rosa Maria Sales de MeloDiscute a questão das relações de trabalho em seus aspectos organizacionais e de gestão, no contexto das profundas mudanças tecnológicas que vêm sendo introduzidas nas empresas, tanto nos processos produtivos, quanto nos serviços de escritório, com importantes repercussões em toda a economia.Livro Gestão da empresa : automação e competitividade : novos padrões de organização e de relações do trabalho(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1990) Fleury, Afonso; Shaiken, Harley; Tauile, Ricardo; Zarifian, Philippe; Freyssenet, Michel; Lojkine, Jean; Hirata, Helena; Gautrat, Jacques; Pinaud, Henri; Humphrey, John; Soares, Rosa Maria Sales de MeloDiscute a questão das relações de trabalho em seus aspectos organizacionais e de gestão, no contexto das profundas mudanças tecnológicas que vêm sendo introduzidas nas empresas, tanto nos processos produtivos, quanto nos serviços de escritório, com importantes repercussões em toda a economia.Publicação Empreendedorismo de doutores : análise dos sócios e gestores de organizações recém-egressos do doutorado no Brasil(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-05) Colombo, Daniel Gama eEste artigo apresenta uma primeira análise do empreendedorismo dos doutores titulados em universidades brasileiras no biênio 2021-2022, investigando aqueles que eram sócios ou gestores de pessoas jurídicas no país em meados de 2024. A análise baseia-se em microdados de discentes da pós-graduação e do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas. Os resultados sugerem que aproximadamente 15% dos doutores tornaram-se empreendedores nesse período, com uma prevalência daqueles formados em áreas profissionais (direito, medicina e odontologia). As firmas e pessoas jurídicas com participação de doutores em geral são microempresas ou empresas de pequeno porte, com maior incidência de sociedades empresariais limitadas.Publicação The Heterogeneity of organizational structure changes in Brazilian firms with the arrival of the internet(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-04) Leite, Pedro Henrique Brandão; Freguglia, Ricardo da Silva; Corseuil, Carlos Henrique LeiteApós a privatização das empresas de telecomunicações no Brasil no final dos anos 1990, as cidades brasileiras experimentaram uma expansão dos serviços de internet. Este artigo analisa o impacto desse choque tecnológico no emprego relativo de gerentes entre setores de acordo com sua intensidade tecnológica. Combinamos três fontes distintas de informação para construir um banco de dados rico, no qual o nível de observação é definido por combinações de setores detalhados, município e ano. Como a implantação da internet nos municípios não foi aleatória, utilizamos uma abordagem de tripla diferença para nossa estratégia empírica. Nossos resultados mostram um efeito mais pronunciado da chegada da internet na participação de gerentes em setores intensivos em tecnologia. Em outras palavras, a chegada da internet contribuiu para uma maior concentração de cargos de alto nível em setores de alta tecnologia. Este resultado levanta preocupações de que as tecnologias possam exacerbar desigualdades no mercado de trabalho.Publicação Rastreando a origem do capital das empresas de plataforma digital em operação no Brasil(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-02) Silva, Victo; Chiarini, TulioO objetivo desta Nota Técnica é ampliar a análise oferecida pela Associação Latino-Americana de Internet (Alai) (2024) ao abordar a origem do capital das empresas controladoras de plataformas digitais que operam no BrasilLivro Empresas multinacionais na indústria brasileira(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1975) Von Doellinger, Carlos; Cavalcanti, Leonardo C.Discute o conceito de empresas multinacionais, as "teorias" sobre as origens e a evolução dessas empresas e apresenta dados que permitem uma idéia da "ordem de grandeza" desses importantes participantes da economia internacional. A partir da amostra de 318 grandes empresas industriais, das quais 133 multinacionais, desenvolve uma análise sobre os benefícios e custos dessas empresas no Brasil. Trata, de forma quantitativa, vários tópicos que abrangem questões de tamanho, emprego, produtividade, sálarios, comércio exterior, incentivos fiscais, lucratividade, estrutura de financiamento, etc. Discute, as implicações mútuas entre empresas multinacionais e política econômica, apresentando um resumo das principais conclusões e recomendações de política econômica.Publicação Relatório : pontencialidades dinâmicas do setor terciário no Estado da Guanabara : volume I(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1971-11) Brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)O presente relatório orienta-se para a determinação dos mercados em relação aos quais a Guanabara tem capacidade competitiva própria, ou passará a tê-la, mediante adoção de uma série de medidas a serem adotadas pelas autoridades locais ou federais.Livro Ação social das empresas do Nordeste : quem são e onde estão(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2000) Peliano, Anna Maria T. Medeiros; Beghin, NathalieTrata do universo das empresas da Região Nordeste. A pesquisa abrange uma amostra de 1.812 empresas privadas. Foi elaborada com base em cadastro mantido pelo Ministério do Trabalho, composta pela Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e pelo Cadastro de Empregados e Desempregados (CAGED).Publicação Análises situacionais e retrospectivas : empreendedorismo(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-01) Nogueira, Mauro Oddo; Brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)O texto aborda o conceito de empreendedorismo no Brasil, destacando como ele tem sido interpretado tanto como um motor de desenvolvimento econômico quanto como um mecanismo para gerar ocupação e renda para os trabalhadores que não têm acesso ao emprego formal. As leis complementares nos 123/2006 e 128/2008 impulsionaram o empreendedorismo, facilitando a criação e o crescimento de micro e pequenas empresas (MPEs) e trabalhadores por conta própria – microempreendedores individuais (MEIs) –, simplificando a tributação, diminuindo a burocracia e promovendo melhores condições de crédito e participação em compras públicas. Apesar dos avanços, as MPEs no Brasil ainda têm produtividade significativamente inferior em comparação com médias e grandes empresas, o que limita seu crescimento e integração no mercado formal. A informalidade é destacada como um dos entraves para a produtividade do setor. Além disso, o MEI enfrenta desafios de “focalização”, pois atende tanto empreendedores por opção quanto aqueles que buscam o autoemprego por necessidade, além de atividades que não são de natureza “empresarial”. Isso dilui a eficácia do programa. O texto sugere que a baixa produtividade das MPEs resulta de deficiências em tecnologias de processo e de gestão, mas destaca que pequenos investimentos podem resultar em grandes ganhos de produtividade. O incentivo ao empreendedorismo através de políticas eficazes e coordenadas, que priorizem as MPEs, simplifiquem o compliance, ofereçam crédito acessível e capacitação, pode promover desenvolvimento econômico, reduzir desigualdades e aumentar a produtividade nacional.Publicação Apresentação : Indicadores quantitativos da OCDE e o Brasil : meio ambiente(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024) Abbade, Eduardo; Basso, Larissa; Mota, Catherine Rebouças; Paulsen, SandraA Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) é uma organização internacional cujo objetivo é auxiliar na construção de melhores políticas que promovam prosperidade, igualdade, oportunidade e bem-estar para todos. O trabalho da organização, junto a governos, formuladores de políticas e cidadãos, inclui o estabelecimento de padrões internacionais a partir de evidências e a busca de soluções para desafios sociais, econômicos e ambientais.Publicação Produtividade do trabalho e financiamento do BNDES : uma abordagem focada no porte das empresas(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Teixeira, Felipe Orsolin; Nogueira, Mauro OddoO estudo analisa a relação entre os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a produtividade do trabalho entre 2009 e 2020. Utilizando estimações por meio de painéis dinâmicos e dados de diversas fontes, a pesquisa propõe que políticas industriais devem considerar as especificidades intrassetoriais e o porte das empresas para abordar efetivamente as disparidades de produtividade no país.
