Publication: Indicadores fiscais dos estados da federação no período 2021-2022
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
O texto analisa quatro indicadores financeiros dos governos estaduais brasileiros: Endividamento, Serviço da Dívida, Parcela do Resultado Primário Servindo à Dívida e o Índice de Vulnerabilidade Fiscal (IVF). Entre março de 2021 e março de 2022, houve uma redução significativa no endividamento da maioria dos estados, especialmente na região Norte, enquanto as despesas com juros da dívida diminuíram nas regiões Norte e Centro-Oeste, mas aumentaram em quinze estados, destacando-se Tocantins, Paraná e Piauí. A análise do resultado primário indica que a maioria dos estados manteve superávits, com exceção de alguns, como Amapá, Amazonas, Goiás e Espírito Santo, que se tornaram deficitários. O IVF, que combina os três indicadores anteriores, demonstra uma melhoria geral na situação fiscal dos estados, apesar de estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul ainda permanecerem em situação crítica. O Amazonas, por outro lado, mostra uma deterioração fiscal devido a um pior resultado primário.
item.page.description.abstractalternative
organization.page.description
person.page.description
Email Address
person.page.identifier.orcid
person.page.identifier.lattes
person.page.identifier.gsid
person.page.identifier.rid
person.page.identifier.scopus-author-id
project.page.project.description
project.page.project.productdescription
item.page.subject.vcipea
item.page.subject.keyword
item.page.subject.otherlanguages
Citation
INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Indicadores fiscais dos estados da federação no período 2021-2022. Boletim Regional, Urbano e Ambiental, Brasília, n. 28, p. 131-136, jul./dez. 2022. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/brua28art10
