Publicação: Armas de fogo e suicídios
Carregando...
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
por
Cobertura espacial
Brasil
Cobertura temporal
2000-2010
País
BR
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
Titulo alternativo
Texto para Discussão (TD) 2254 : Armas de fogo e suicídios
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Resumo
Existe praticamente um consenso de que a proporção de suicídios cometidos com armas de fogo em relação ao suicídio total é a melhor maneira de medir indiretamente a prevalência dessas armas. No entanto, essa proxy não é precisa para localidades com baixa densidade populacional, tendo em conta que os suicídios são eventos raros. Para contornar esse problema, exploramos as características socioeconômicas das vítimas de suicídio, de modo a propor uma nova proxy para prevalência de arma de fogo. Avaliamos o nosso indicador com microdados de suicídio do Ministério da Saúde (MS), entre 2000 e 2010.
Resumo traduzido
There is virtually a consensus that the ratio of suicides committed with guns to total suicides is the best way to indirectly measure gun ownership across different locations. However, such a proxy is not accurate for any locality with low population density in view that suicides are rare events. To circumvent this issue, we exploit the socioeconomic characteristics of the suicide victims so as to come up with a novel proxy for gun ownership. We assess our indicator using suicide micro-data from the Brazilian Ministry of Health between 2000 and 2010.
