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Ativismo estatal e industrialismo defensivo : instrumentos e capacidades na política industrial brasileira

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Resumo

Analisa criticamente o Plano Brasil Maior (PBM), principal política industrial brasileira lançada em 2011, buscando compreender se o ativismo estatal recente tem sido capaz de promover transformações estruturais na indústria nacional ou se permanece restrito a ações corretivas de curto prazo. Com base em referenciais institucionais e na distinção entre políticas ricardianas (corretivas) e schumpeterianas (transformadoras), Schapiro demonstra que o PBM concentra suas medidas em instrumentos horizontais — fiscais, financeiros e institucionais — voltados a mitigar falhas sistêmicas e reduzir o chamado “Custo Brasil”, mas com baixa capacidade de alterar padrões tecnológicos ou criar vantagens comparativas dinâmicas. O autor evidencia ainda debilidades importantes no arranjo político‑institucional: fragmentação da governança, ausência de centralidade decisória, participação limitada e pouco estruturada do setor privado, forte dispersão entre ministérios e dependência da atuação informal dos agentes; tudo isso dificultando coerência e continuidade estratégica. Em síntese, embora o PBM formalmente proponha uma política industrial inovadora e participativa, sua execução revela um “industrialismo defensivo”, mais voltado à proteção e correção do ambiente produtivo do que à transformação estrutural de longo prazo.

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SCHAPIRO, Mario G. Ativismo estatal e industrialismo defensivo: instrumentos e capacidades na política industrial brasileira. In: GOMIDE, Alexandre de Ávila; PIRES, Roberto Rocha C. (ed.). Capacidades estatais e democracia: arranjos institucionais de políticas públicas. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2014. p. 239‑265. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19860

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Capacidades estatais e democracia : arranjos institucionais de políticas públicas
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2014) Gomide, Alexandre de Ávila ; Pires, Roberto Rocha Coelho ; Alexandre de Ávila Gomide; Roberto Rocha Coelho Pires
Este livro aborda o tema das capacidades e da legitimidade do Estado brasileiro para definir sua agenda de desenvolvimento e executar seus objetivos, por meio da abordagem dos arranjos institucionais das políticas públicas. É resultado de um projeto de pesquisa conduzido no âmbito do Plano de Trabalho da Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest) do Ipea. Os capítulos aprofundam o debate sobre democracia e desenvolvimento, e analisam a implementação de políticas públicas em diversos setores, dissecando suas interações com as instituições democráticas vigentes. Visa contribuir para a tarefa multidisciplinar de consolidar áreas de conhecimento sobre políticas públicas, administração pública e planejamento governamental no Brasil.

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