Publication: O Estado desenvolvimentista no Brasil : perspectivas históricas e comparadas
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
31
item.page.description.lastpage
56
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.
item.page.title.alternative
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Analisa a trajetória histórica do Estado desenvolvimentista no Brasil entre as décadas de 1930 e 1990, argumentando que, apesar das críticas e da percepção de fracasso generalizado, houve importantes setores em que políticas estatais produziram resultados expressivos, como petróleo, siderurgia, aviação, mineração e etanol. Ben Ross Schneider compara o caso brasileiro com os modelos asiáticos, demonstrando que, embora o Brasil não tenha alcançado um salto tecnológico amplo, desenvolveu “bolsões de eficiência” em empresas estatais e arranjos institucionais capazes de gerar avanços significativos em áreas estratégicas. O autor também examina condições estruturais que moldam a eficácia de políticas desenvolvimentistas — burocracia profissional, apoio político, mecanismos de reciprocidade e relações Estado‑empresa — e mostra como a ausência parcial desses elementos explica falhas em setores como informática, energia nuclear e políticas regionais. O capítulo conclui destacando que, por ser um país de renda média e grande porte, a experiência brasileira fornece lições mais realistas para outros países do que os casos excepcionais do Leste Asiático.
item.page.description.abstractalternative
organization.page.description
person.page.description
Email Address
person.page.identifier.orcid
person.page.identifier.lattes
person.page.identifier.gsid
person.page.identifier.rid
person.page.identifier.scopus-author-id
project.page.project.description
project.page.project.productdescription
item.page.subject.vcipea
item.page.subject.keyword
item.page.subject.otherlanguages
Citation
SCHNEIDER, Ben Ross. O Estado desenvolvimentista no Brasil: perspectivas históricas e comparadas. In: GOMIDE, Alexandre de Ávila; PIRES, Roberto Rocha C. (ed.). Capacidades estatais e democracia: arranjos institucionais de políticas públicas. Brasília: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2014. p. 31‑56. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19852
