Publicação: Taxas cambiais fixas e flexíveis e a oferta de alimentos
Carregando...
Paginação
Primeira página
Última página
Data
Data de publicação
Data da Série
Data do evento
Data
Data de defesa
Data
Edição
Idioma
por
Cobertura espacial
Brasil
Cobertura temporal
País
BR
organization.page.location.country
Tipo de evento
Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Acesso à informação
Acesso Aberto
Termos de uso
É permitida a cópia, reprodução e distribuição de textos, imagens, dados e demais arquivos, no todo ou em parte, em qualquer formato ou meio desde que sejam observadas as seguintes regras: a) O uso do material copiado se destina apenas para fins educacionais, de pesquisa, pessoal, circulação interna ou outros usos não comerciais. Reproduções para fins comerciais são proibidas; b) O material deve ser reproduzido sem sofrer qualquer alteração ou edição de conteúdo em relação ao original; e A reprodução deve ser acompanhada da citação da fonte, no seguinte formato: Fonte: PPE (http://ppe.ipea.gov.br).
Titulo alternativo
item.page.organization.alternative
Variações no nome completo
Autor(a)
Orientador(a)
Editor(a)
Organizador(a)
Coordenador(a)
item.page.organization.manager
Outras autorias
Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)
Coodenador do Projeto
Resumo
Neste artigo será discutido as propostas de desvalorização cambial, considerando explicitamente as estruturas de mercados dos setores da economia envolvidos numa política de desvalorização cambial. Levou-se em conta a hipótese de que a agricultura pode ser caracterizada como uma economia clássica em pleno emprego e perfeitamente concorrencial. A industria, por outro lado, é modelada como uma economia Keynesiana com excesso de capacidade e onde os preços são fixados independentemente da demanda, através de uma regra de mark-up. Considerou-se apenas estes dois setores e deixou-se de lado a demanda e oferta de ativos financeiros e reais. Supos-se, também que o reajuste das contas internacionais envolve uma realocação de produção que se processa basicamente dentro do setor agrícola entre alimentos e produtos exportáveis. Ignorou-se a alteração de produção do setor industrial entre domésticos e exportáveis por considerar que esta alteração não pode ser considerada como um resultado apenas da política cambial, tendo em vista a estrutura dos mercados de produtos industriais no Brasil e no resto do mundo. Dadas estas restrições, poderíamos dizer que a análise se limita apenas ao papel da agricultura, no curto prazo, no reajuste da situação das contas externas.
