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Medindo a progressividade das transferências

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Resumo

Discute como medir a progressividade de impostos e transferências, apresentando conceitos fundamentais ligados às curvas de concentração, ao índice de Gini e aos principais indicadores utilizados para avaliar se um tributo ou benefício reduz ou amplia desigualdades. Rodolfo Hoffmann mostra que a maneira tradicional de calcular progressividade — usando a ordenação pela renda inicial — pode distorcer resultados quando a inclusão de um benefício altera profundamente a posição relativa das pessoas na distribuição de renda, como ocorre com aposentadorias e pensões. O autor propõe versões modificadas dos índices de Kakwani, Reynolds‑Smolensky e Suits, ajustadas para a ordenação pela renda final, o que permite capturar melhor a reordenação provocada por grandes parcelas do rendimento. A abordagem é aplicada às aposentadorias e pensões oficiais captadas pela PNAD 2004 e 2005, revelando que seu impacto real sobre a desigualdade depende do critério de ordenação adotado: medidas tradicionais sugerem forte progressividade, enquanto as versões corrigidas indicam que esses benefícios podem até aumentar a desigualdade quando analisados segundo a renda final. O capítulo reforça a importância de métodos que considerem reordenações da distribuição para avaliar corretamente o efeito redistributivo das transferências.

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HOFFMANN, Rodolfo. Medindo a progressividade das transferências. In: BARROS, Ricardo Paes de; FOGUEL, Miguel Nathan; ULYSSEA, Gabriel (org.). Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente. Brasília: Ipea, 2007. v. 2. p. 179-195. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20043

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Desigualdade de renda no Brasil : uma análise da queda recente : volume 2
(Ipea, 2007) Barros, Ricardo Paes de; Foguel, Miguel Nathan; Ulyssea, Gabriel; Ricardo Paes de Barros; Miguel Nathan Foguel; Gabriel Ulyssea
Reúne estudos voltados para estimar a magnitude da queda recente na desigualdade e suas consequências sobre as condições de vida da população mais pobre; e aqueles cujo objetivo é identificar os principais fatores determinantes por trás desse movimento. Analisa, em detalhes, as transformações por que passaram os diversos tipos de transferências governamentais, principalmente as pensões e as aposentadorias, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Programa Bolsa Família (PBF). Trata dos fatores responsáveis pelas transformações na distribuição dos rendimentos do trabalho. Avalia o papel da educação e da experiência potencial dos trabalhadores no mercado de trabalho para a redução da desigualdade de renda. Trata do mercado de trabalho como gerador de desigualdade. A análise é centrada nos papéis desempenhados pela discriminação de gênero e de cor, bem como por três tipos de segmentação: setorial, formal-informal e espacial. Aborda os efeitos do salário mínimo sobre a desigualdade de renda por meio das remunerações pagas no mercado de trabalho, assim como das transferências governamentais a ele vinculadas, visando contribuir para o aprimoramento das políticas públicas e, dessa forma, acelerar o processo de redução da extrema desigualdade de renda que ainda prevalece no País.

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