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Brics, its challenges, and Brazil's 2025 rotating presidency

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eng

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Brasil - Rússia - Índia - China - África do Sul

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BR

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Titulo alternativo

O Brics, seus desafios e a presidência rotativa do Brasil em 2025, Los Brics, sus desafíos y la presidencia rotatoria de Brasil en 2025

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Resumo

Over the past two decades, BRICS has transformed from a coalition of five emerging economies – Brazil, Russia, India, China, and South Africa, into the expanded BRICS+ platform, now engaging a wider set of countries from Africa, Asia, Latin America, and Eurasia. This evolution reflects growing dissatisfaction with Western-led governance structures and the need for more inclusive, multipolar approaches to global challenges such as climate change, public health, and technological governance. Under Russia’s 2024 presidency, BRICS reaffirmed commitments to United Nations (UN) centered multilateralism and global governance reform, while Brazil’s 2025 presidency, aligned with its Group of Twenty (G20) leadership, focuses on deepening global South cooperation through six priority areas: health, trade and finance, climate, Artificial Intelligence (AI) governance, peace and security, and institutional development. BRICS+ expansion has enhanced legitimacy and reach but also poses risks to policy cohesion, prompting calls for tiered membership and clearer governance frameworks. The bloc’s thematic cooperation is advancing in climate finance reform, carbon market integration, vaccine R&D, and ethical AI governance. Financial architecture reform, led by the New Development Bank (NDB), aims to boost local currency trade, diversify payment systems, and finance sustainable infrastructure without conditionalities. Brazil’s strategic leadership in 2025 seeks to consolidate these agendas, positioning BRICS as a transformative force in global governance. To realize this potential, BRICS must translate its political vision into institutional innovations and strategic alliances that can anchor its influence well beyond rotating presidencies, shaping the long-term rules and norms of the emerging global order. Methodologically, the paper relies on a qualitative documentary analysis of BRICS summits, presidency programs, and institutional reports, allowing a systematized understanding of the bloc’s policy evolution and priorities.

Resumo traduzido

Ao longo das últimas duas décadas, o BRICS transformou-se de uma coalizão de cinco economias emergentes – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – na plataforma ampliada BRICS+, que agora envolve um conjunto mais amplo de países da África, Ásia, América Latina e Eurásia. Essa evolução reflete uma crescente insatisfação com as estruturas de governança lideradas pelo Ocidente e a necessidade de abordagens mais inclusivas e multipolares para desafios globais como as mudanças climáticas, a saúde pública e a governança tecnológica. Sob a presidência da Rússia em 2024, o BRICS reafirmou seu compromisso com o multilateralismo centrado na Organização das Nações Unidas (ONU) e a reforma da governança global, enquanto a presidência do Brasil em 2025, alinhada à sua liderança no Grupo dos Vinte (G20), concentra-se em aprofundar a cooperação do Sul Global por meio de seis áreas prioritárias: saúde, comércio e finanças, clima, governança da inteligência artificial (IA), paz e segurança, e desenvolvimento institucional. A expansão do BRICS+ aumentou sua legitimidade e alcance, mas também apresenta riscos para a coesão das políticas, levando a apelos por uma adesão em níveis e por estruturas de governança mais claras. A cooperação temática do bloco está avançando na reforma do f inanciamento climático, integração dos mercados de carbono, pesquisa e desenvolvimento de vacinas e governança ética da IA. A reforma da arquitetura financeira, liderada pelo Novo Banco de Desenvolvimento (New Development Bank – NDB), visa impulsionar o comércio em moedas locais, diversificar os sistemas de pagamento e financiar infraestrutura sustentável sem condicionalidades. A liderança estratégica do Brasil em 2025 busca consolidar essas agendas, posicionando o BRICS como uma força transformadora na governança global. Para concretizar esse potencial, o BRICS precisa traduzir sua visão política em inovações institucionais e alianças estratégicas que possam ancorar sua influência muito além das presidências rotativas, moldando as regras e normas de longo prazo da nova ordem mundial emergente. Metodologicamente, o artigo baseia-se numa análise documental qualitativa das cimeiras, programas de presidência e relatórios institucionais dos BRICS, permitindo uma compreensão sistematizada da evolução e das prioridades políticas do bloco.
En las dos últimas décadas, los BRICS han pasado de ser una coalición de cinco economías emergentes – Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica – a convertirse en la plataforma ampliada BRICS+, que ahora incorpora a un conjunto más amplio de países de África, Asia, América Latina y Eurasia. Esta evolución refleja una creciente insatisfacción con las estructuras de gobernanza dirigidas por Occidente y la necesidad de enfoques más inclusivos y multipolares para los desafíos globales, como el cambio climático, la salud pública y la gobernanza tecnológica. Bajo la presidencia de Rusia en 2024, los BRICS reafirmaron su compromiso con el multilateralismo centrado en la Organización de las Naciones Unidas (ONU) y la reforma de la gobernanza global, mientras que la presidencia de Brasil en 2025, alineada con su liderazgo en el Grupo de los Veinte (G20), se centra en profundizar la cooperación del Sur global a través de seis áreas prioritarias: salud, comercio y finanzas, clima, gobernanza de la inteligencia artificial (IA), paz y seguridad, y desarrollo institucional. La expansión de BRICS+ ha fortalecido su legitimidad y alcance, pero también plantea riesgos para la cohesión de políticas, lo que ha llevado a pedir una membresía escalonada y marcos de gobernanza más claros. La cooperación temática del bloque avanza en la reforma de la financiación climática, la integración de los mercados de carbono, la investigación y desarrollo de vacunas, y la gobernanza ética de la IA. La reforma de la arquitectura financiera, liderada por el Nuevo Banco de Desarrollo (New Development Bank – NDB), busca impulsar el comercio en monedas locales, diversificar los sistemas de pago y financiar infraestructura sostenible sin condiciones. El liderazgo estratégico de Brasil en 2025 pretende consolidar estas agendas, posicionando a los BRICS como una fuerza transformadora en la gobernanza global. Para materializar este potencial, los BRICS deben traducir su visión política en innovaciones institucionales y alianzas estratégicas que afiancen su influencia más allá de las presidencias rotatorias, moldeando las reglas y normas a largo plazo del emergente orden mundial. Metodológicamente, el trabajo se basa en un análisis documental cualitativo de las cumbres de los BRICS, programas de presidencia e informes institucionales, lo que permite una comprensión sistematizada de la evolución política y las prioridades del bloque.

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Palavras-chave traduzidas

BRICS, Financiamento climático, Governança da IA, Infraestrutura sustentável

Citação

MOHSEN, Mai; FAHIM, Shahinda; FAHIM, Shahinaz. Brics, its challenges, and Brazil's 2025 rotating presidency. Revista Tempo do Mundo. Rio de Janeiro, n. 38, p. 137-159, ago. 2025. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/rtm38art4.

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