Publicação: Metodologias de avaliação das políticas públicas de conservação da natureza : estudo de caso do SAMGe e do RAAP
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Methodologies for evaluating public policies for nature conservation: case study of SAMGe and RAAP, Metodologías para evaluar las políticas públicas de conservación de la naturaleza: estudio de caso de SAMGe y RAAP
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Resumo
A criação de Unidades de Conservação (UCs) é considerada uma política pública fundamental para a manutenção da biodiversidade, o combate às mudanças climáticas e o desenvolvimento sustentável. Principalmente a partir da década de 1990, governos, Organizações Não Governamentais (ONGs) e instituições supranacionais desenvolveram metodologias e ferramentas para avaliar a efetividade da implementação dessas áreas protegidas. Este artigo analisa a lógica, os critérios e os pressupostos teóricos e operacionais de duas das principais metodologias de avaliação de Unidades de Conservação utilizadas no Brasil – o Sistema de Análise e Monitoramento de Gestão (SAMGe) e o Resultado de Avaliação da Área Protegida (RAAP) –, a fim de verificar a capacidade dessas ferramentas de mensurar a efetividade dessas áreas. Alicerçados em uma rigorosa revisão bibliográfica, na realização de um curso específico sobre a aplicação do SAMGe e na comparação entre ambas as metodologias, os resultados apontam para importantes questões de ordem prática e teórica que tornam as ferramentas incapazes de, verdadeiramente, calcular a efetividade das UCs. Conclui-se que, apesar do importante avanço que estas metodologias representaram para a gestão das áreas protegidas, aprofundar o debate no sentido de repensar as maneiras pelas quais a avaliação é realizada se torna imprescindível.
Resumo traduzido
The creation of protected areas is considered a fundamental public policy for maintaining biodiversity, combating climate change and achieving sustainable development. Especially since the 1990s, governments, NGOs and supranational institutions have developed methodologies and tools to assess the effectiveness of their implementation. This paper analyzes the logic, criteria used and theoretical and operational assumptions of two of the main Brazilian methodologies for assessing protected areas – the Management Analysis and Monitoring System (SAMGe) and the Protected Area Assessment Result (RAAP) –, in order to verify their ability to measure the effectiveness of these areas. Based on a rigorous literature review, a course on the application of SAMGe and a comparison between both methodologies, the results point to important practical and theoretical issues that make the tools incapable of truly calculating the effectiveness of protected areas. It is concluded that, despite the important advance that these methodologies represented for the management of protected areas, it is essential to rethink and redesign the assessment tools.
La creación de áreas protegidas es una política pública fundamental para mantener la biodiversidad, combatir el cambio climático y alcanzar el desarrollo sostenible. Especialmente desde la década de 1990, gobiernos, ONG e instituciones supranacionales han desarrollado metodologías y herramientas para evaluar la efectividad de su implementación. Este artículo analiza la lógica, los criterios utilizados y los supuestos teóricos y operativos de dos de las principales metodologías brasileñas para la evaluación de áreas protegidas – el Sistema de Análisis y Monitoreo de la Gestión (SAMGe) y el Resultado de la Evaluación de Áreas Protegidas (RAAP) –, con el fin de verificar su capacidad para medir la efectividad de estas áreas. Con base en una rigurosa revisión bibliográfica, un curso sobre la aplicación de SAMGe y una comparación entre ambas metodologías, los resultados señalan importantes problemas prácticos y teóricos que impiden que las herramientas calculen verdaderamente la efectividad de las áreas protegidas. Se concluye que, a pesar del importante avance que estas metodologías representaron para la gestión de áreas protegidas, es imprescindible repensarlas y rediseñarlas.
La creación de áreas protegidas es una política pública fundamental para mantener la biodiversidad, combatir el cambio climático y alcanzar el desarrollo sostenible. Especialmente desde la década de 1990, gobiernos, ONG e instituciones supranacionales han desarrollado metodologías y herramientas para evaluar la efectividad de su implementación. Este artículo analiza la lógica, los criterios utilizados y los supuestos teóricos y operativos de dos de las principales metodologías brasileñas para la evaluación de áreas protegidas – el Sistema de Análisis y Monitoreo de la Gestión (SAMGe) y el Resultado de la Evaluación de Áreas Protegidas (RAAP) –, con el fin de verificar su capacidad para medir la efectividad de estas áreas. Con base en una rigurosa revisión bibliográfica, un curso sobre la aplicación de SAMGe y una comparación entre ambas metodologías, los resultados señalan importantes problemas prácticos y teóricos que impiden que las herramientas calculen verdaderamente la efectividad de las áreas protegidas. Se concluye que, a pesar del importante avance que estas metodologías representaron para la gestión de áreas protegidas, es imprescindible repensarlas y rediseñarlas.
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Palavras-chave traduzidas
Protected areas, SNUC, Policy cycle, Environmental protection, Climate change
JEL
Q28 Government Policy
Q54 Climate - Natural Disasters and Their Management - Global Warming
Z18 Public Policy
Citação
BURGOS, Tobias Leal; VILLAS BOAS, Guilherme Hissa. Metodologias de avaliação das políticas públicas de conservação da natureza: estudo de caso do SAMGe e do RAAP. Planejamento e Políticas Públicas, Brasília, n. 72, p. 13-37, jan./abr. 2025 [2026]. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/ppp72art1. 1
