Publication: Multiplicai-vos e crescei? FPM, emancipação e crescimento econômico municipal
Loading...
item.page.format.extent
item.page.description.firstpage
item.page.description.lastpage
Date
Publication data
item.page.date.series
item.page.date.event
item.page.organization.date
item.page.date.submitted
item.page.project.date
item.page.description.edition
Language
por
item.page.coverage.spatial
Brasil
item.page.coverage.temporal
item.page.location.country
BR
organization.page.location.country
item.page.type.events
item.page.type
item.page.degree.level
item.page.source.urlsource
ISBN
ISSN
DOI
dARK
item.page.project.ID
item.page.project.productID
Copyright Holder
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Access to Information
Acesso Aberto
Terms of Use
É permitida a reprodução deste texto, desde que obrigatoriamente citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são rigorosamente proibidas.
item.page.title.alternative
Be fruitful and multiply? FPM, empowerment and local economic growth
item.page.organization.alternative
item.page.name.variant
item.page.contributor.author
Advisor
item.page.contributor.editor
item.page.contributor.thesiscommitee
item.page.contributor.organizer
item.page.contributor.coordinator
item.page.contributor.other
item.page.relation.ispartofseries
Speaker / Moderator / Discussant
Abstract
Este capítulo apresenta estudo empírico que visa contribuir para o debate da secessão municipal no Brasil. Pretende responder à seguinte pergunta: “Passadas duas décadas do mais recente boom das emancipações municipais, o que ocorreu com os municípios criados?” A despeito da ampla literatura de qualidade sobre finanças públicas dos municípios brasileiros, não se tem registro de estudos que usem o instrumental contemporâneo de análise para investigar os efeitos da emancipação municipal. Este trabalho busca suprir esta lacuna e, com isto, contribuir para o debate sobre as novas emancipações municipais no Brasil. Contudo, o objetivo deste trabalho não é investigar as raízes das motivações das criações municipais, e sim desvelar empiricamente a trajetória das áreas emancipadas. O texto está estruturado da seguinte forma: a seção 2 apresenta um panorama das emancipações municipais após 1988, com destaque para a distribuição temporal e espacial do fenômeno. A seção 3 resume os argumentos teóricos favoráveis e contrários à emancipação, bem como o papel do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) como estímulo à criação de novos municípios. A seção 4 apresenta os procedimentos, enquanto os resultados constam da seção 5. A conclusão encerra o trabalho.
