Publicação: Uma Análise do baixo grau de inovação na indústria brasileira a partir do estudo das firmas menos inovadoras
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Resumo
Investiga as razões do baixo grau de inovação na indústria brasileira a partir da análise das firmas menos produtivas e com menor diferenciação de produtos. Os autores destacam que essas empresas concentram-se majoritariamente em setores de baixa e média intensidade tecnológica, dependem fortemente de processos de difusão tecnológica e realizam inovações predominantemente de processo, geralmente incorporadas por meio da aquisição de máquinas e equipamentos. A pesquisa mostra que essas firmas são menores, enfrentam maiores dificuldades de financiamento, possuem baixa interação com outras instituições inovadoras e apresentam reduzidos esforços sistemáticos em P&D. Um modelo econométrico identifica fatores determinantes para a inovação, como porte da empresa, qualificação da mão-de-obra, gastos em tecnologia incorporada e orientação ao mercado, ao passo que a cooperação e a cumulatividade tecnológica aparecem de forma limitada. O estudo conclui que ampliar a inovação nessas firmas exige políticas voltadas ao fortalecimento dos setores tradicionais, estímulo à modernização do parque de bens de capital e mecanismos que reduzam barreiras financeiras e tecnológicas que dificultam a adoção de novas técnicas produtivas.
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PROCHNIK, Victor; ARAÚJO, Rogério Dias de. Uma análise do baixo grau de inovação na indústria brasileira a partir do estudo das firmas menos inovadoras. In: DE NEGRI, João Alberto; SALERNO, Mario Sergio (org.). Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras. Brasília, DF: Ipea, 2005. p. 193–251. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19958
