Publicação:
Transferências e incentivos

Carregando...
Imagem de Miniatura

Paginação

Primeira página

251

Última página

260

Data

Data de publicação

Data da Série

Data do evento

Data

Data de defesa

Data

Edição

Idioma

por

Cobertura espacial

Brasil

Cobertura temporal

País

BR

organization.page.location.country

Tipo de evento

Grau Acadêmico

Fonte original

ISBN

ISSN

DOI

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Detentor dos direitos autorais

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Acesso à informação

Acesso Aberto

Termos de uso

É permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.

Titulo alternativo

item.page.organization.alternative

Variações no nome completo

Orientador(a)

Editor(a)

Organizador(a)

Coordenador(a)

item.page.organization.manager

Outras autorias

Palestrante/Mediador(a)/Debatedor(a)

Coodenador do Projeto

Resumo

Discute como diferentes modalidades de transferência de renda no Brasil influenciam desigualdade, oferta de trabalho, desemprego e decisões educacionais dos membros das famílias beneficiadas. Embora programas como aposentadorias, pensões, BPC e Bolsa Família tenham desempenhado papel decisivo na queda da desigualdade entre 2001 e 2005, os autores mostram que seus efeitos sobre incentivos individuais não são neutros. Evidências empíricas indicam que benefícios previdenciários e o BPC elevam o salário de reserva dos trabalhadores adultos, o que tende a reduzir a taxa de participação e aumentar o desemprego, especialmente entre indivíduos com baixa escolaridade. Esses programas também afetam o comportamento de jovens: quando convivem com beneficiários diretos, tendem a apresentar maior probabilidade de apenas estudar, mas também maior risco de não estudar nem trabalhar, dependendo da composição familiar e das preferências individuais por lazer. Entre 2001 e 2005, houve expansão relevante desses programas, com cobertura maior e benefícios mais altos, reforçando tanto seus efeitos distributivos quanto seus impactos comportamentais. O capítulo conclui que políticas não condicionadas podem reduzir participação e afetar decisões de investimento em capital humano, enquanto programas condicionados — como o Bolsa Família — geram incentivos mais alinhados ao desenvolvimento futuro, promovendo escolarização e reduzindo desigualdade de longo prazo.

Resumo traduzido

organization.page.description

Sobre o pesquisador

Endereço de Email

ORCID

Lattes

Google Scholar ID

Web of Science ResearcherID

Scopus ID

Informações sobre o projeto

project.page.project.productdescription

Vocabulário Controlado do Ipea

Palavras-chave traduzidas

JEL

Citação

CAMARGO, José Márcio; REIS, Maurício Cortez. Transferências e incentivos. In: BARROS, Ricardo Paes de; FOGUEL, Miguel Nathan; ULYSSEA, Gabriel (org.). Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente. Brasília: Ipea, 2007. v. 2. p. 251-260. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/20048

Aviso

Notas

Série / coleção

Versão preliminar

Versão final dessa publicação

Faz parte da série

Publicações relacionadas / semelhantes

organization.page.relation.references

Livros

Livro
Desigualdade de renda no Brasil : uma análise da queda recente : volume 2
(Ipea, 2007) Barros, Ricardo Paes de; Foguel, Miguel Nathan; Ulyssea, Gabriel; Ricardo Paes de Barros; Miguel Nathan Foguel; Gabriel Ulyssea
Reúne estudos voltados para estimar a magnitude da queda recente na desigualdade e suas consequências sobre as condições de vida da população mais pobre; e aqueles cujo objetivo é identificar os principais fatores determinantes por trás desse movimento. Analisa, em detalhes, as transformações por que passaram os diversos tipos de transferências governamentais, principalmente as pensões e as aposentadorias, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Programa Bolsa Família (PBF). Trata dos fatores responsáveis pelas transformações na distribuição dos rendimentos do trabalho. Avalia o papel da educação e da experiência potencial dos trabalhadores no mercado de trabalho para a redução da desigualdade de renda. Trata do mercado de trabalho como gerador de desigualdade. A análise é centrada nos papéis desempenhados pela discriminação de gênero e de cor, bem como por três tipos de segmentação: setorial, formal-informal e espacial. Aborda os efeitos do salário mínimo sobre a desigualdade de renda por meio das remunerações pagas no mercado de trabalho, assim como das transferências governamentais a ele vinculadas, visando contribuir para o aprimoramento das políticas públicas e, dessa forma, acelerar o processo de redução da extrema desigualdade de renda que ainda prevalece no País.

Publicações

Faz parte da série

Fascículos

Eventos relacionados

Volumes

Projetos de Pesquisa

Unidades Organizacionais

REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais