Publicação: O Impacto das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h sobre indicadores de mortalidade : evidências para o Rio de Janeiro
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Cobertura espacial
Rio de Janeiro, Brasil
Cobertura temporal
2000-2011
País
BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Titulo alternativo
The Impact of emergency care units on mortality : evidence from Rio de Janeiro
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Resumo
Este artigo avalia o impacto das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h sobre as taxas de mortalidade nos municípios do estado do Rio de Janeiro entre 2000 e 2011. Para tanto, estimou-se um modelo de dados em painel ao nível do município-mês, no qual se identificou o efeito das UPAs sobre as taxas de mortalidade por município de residência, local de ocorrência e causa do óbito. Observou-se que as UPAs têm um efeito negativo, porém não significativo sobre a taxa geral de mortalidade. Ao caracterizar este efeito com mais detalhes, por local de ocorrência e causa do óbito, observou-se uma redução significativa dos óbitos em hospitais (-16%) e na rua (-27%), mas um aumento de óbitos ocorridos em outros estabelecimentos de saúde (em que as UPAs estão classificadas). Isso sugere realocação parcial de óbitos entre locais de ocorrência. Ao examinar efeitos sobre a mortalidade em hospitais, observou-se um efeito negativo sobre óbitos por doenças circulatórias e endócrinas, bem como por causas externas.
Resumo traduzido
This article evaluates the effects of emergency medical care units (UPA) 24h on mortality in municipalities of the state of Rio de Janeiro between 2000 through 2011. We estimate a panel data model at the municipality-by-month level to identify the impacts of UPA on mortality rates by municipality of residence, location and cause of death. We find that UPA has negative but statistically insignificant effects on the overall mortality rate. When we further characterize these effects by location and cause of death, we observe a significant reduction in the mortality rates of death occurred in hospitals (-16%), in the streets (-27%), but an increase in the number of deaths at other health facilities, such as UPA. This suggests a spatial reallocation of deaths across location of occurrence. When we further examine the UPA’s impacts on mortality rates in hospitals, we find negative effects on deaths caused by circulatory and endocrine diseases, as well as by external causes.
