Publicação: Brics and global governance reform : ontological realism for an equitable world order
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eng
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2009-2025
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BR
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Brics e a reforma da governança global : realismo ontológico para uma ordme mundial equitativa, Brics y la reforma de la gobernanza global : realismo ontológico para un orden mundial equitativo
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Resumo
Global governance institutions, rooted in scarcity-driven realist paradigms, perpetuate structural inequities despite reform efforts. This study proposes Ontological Realism, a reformulated realism that rejects resource scarcity and incorporates individual agency through Critical Realist Ontology, as a prerequisite for equitable multilateral reform. Focusing on BRICS (2009-2025), it hypothesises that the bloc’s ontological shift drives measurable equity gains. Using a qualitative-dominant mixed-methods design, the study analyses 17 BRICS summit declarations to construct an Ontological Realism Score (ORS), correlated with an Equity Outcome Index (EOI) comprising International Monetary Fund (IMF) quota shifts, New Development Bank (NDB) lending, and local-currency trade. Findings show that post-2023 ORS surges precede significant EOI gains, with BRICS outperforming a synthetic G20 control and increasing network centrality in global payments. Despite intra-bloc asymmetries, BRICS’ emphasis on ontological peace (freedom from disturbance) and neutrality (bottom-up representation) offers a viable model for reform. Recommendations include reweighting IMF quotas via an ontological equity index and institutionalising civic forums in BRICS and the United Nations (UN). This study redefines realism for a pluralist world order, positioning BRICS as a transformative actor in global governance.
Resumo traduzido
As instituições de governança global, enraizadas em paradigmas realistas orientados pela escassez, perpetuam desigualdades estruturais apesar dos esforços de reforma. Este estudo propõe o realismo ontológico, um realismo reformulado que rejeita a escassez de recursos e incorpora a agência individual por meio da ontologia realista crítica, como pré-requisito para uma reforma multilateral equitativa. Com foco no BRICS (2009-2025), a hipótese é que a mudança ontológica do bloco impulsiona ganhos mensuráveis de equidade. Utilizando um desenho metodológico misto com predominância qualitativa, o estudo analisa dezessete declarações de cúpula do BRICS para construir um índice de realismo ontológico (IRO), correlacionado com um índice de resultados em equidade (IRE), composto por mudanças nas cotas do Fundo Monetário Internacional (FMI), empréstimos do Novo Banco de Desenvolvimento e comércio em moedas locais. Os resultados mostram que aumentos no IRO após 2023 precedem ganhos significativos no IRE, com o BRICS superando um grupo sintético de controle do Grupo dos Vinte (G20) e aumentando sua centralidade nas redes globais de pagamento. Apesar das assimetrias internas, o enfoque do BRICS na paz ontológica (liberdade de perturbações) e na neutralidade (representação ascendente) oferece um modelo viável de reforma. As recomendações incluem reconsiderar as cotas do FMI com base em um índice de equidade ontológica e institucionalizar fóruns cívicos no BRICS e na Organização das Nações Unidas (ONU). Este estudo redefine o realismo para uma ordem mundial pluralista, posicionando o BRICS como um ator transformador na governança global.
Las instituciones de gobernanza global, arraigadas en paradigmas realistas basados en la escasez, perpetúan desigualdades estructurales a pesar de los esfuerzos de reforma. Este estudio propone el Realismo Ontológico, un realismo reformulado que rechaza la escasez de recursos e incorpora la agencia individual a través de la Ontología Realista Crítica, como requisito previo para una reforma multilateral equitativa. Centrándose en BRICS (2009-2025), se plantea la hipótesis de que el cambio ontológico del bloque impulsa avances medibles en equidad. Utilizando un diseño de métodos mixtos con predominancia cualitativa, el estudio analiza 17 declaraciones de cumbres BRICS para construir un Índice de Realismo Ontológico (IRO), correlacionado con un Índice de Resultados en Equidad (IRE) compuesto por los cambios en cuotas del Fondo Monetario Internacional (FMI), préstamos del Nuevo Banco de Desarrollo y comercio en monedas locales. Los resultados muestran que los aumentos del IRO después de 2023 preceden a ganancias significativas del IRE, con BRICS superando a un G20 sintético de control e incrementando su centralidad en los pagos globales. A pesar de las asimetrías internas del bloque, el énfasis de BRICS en la Paz Ontológica (libertad frente a perturbaciones) y la Neutralidad (representación ascendente) ofrece un modelo viable de reforma. Las recomendaciones incluyen reponderar las cuotas del FMI mediante un índice de equidad ontológica e institucionalizar foros cívicos en BRICS y la Organización de las Naciones Unidas (ONU). Este estudio redefine el realismo para un orden mundial pluralista, posicionando a BRICS como un actor transformador en la gobernanza global.
Las instituciones de gobernanza global, arraigadas en paradigmas realistas basados en la escasez, perpetúan desigualdades estructurales a pesar de los esfuerzos de reforma. Este estudio propone el Realismo Ontológico, un realismo reformulado que rechaza la escasez de recursos e incorpora la agencia individual a través de la Ontología Realista Crítica, como requisito previo para una reforma multilateral equitativa. Centrándose en BRICS (2009-2025), se plantea la hipótesis de que el cambio ontológico del bloque impulsa avances medibles en equidad. Utilizando un diseño de métodos mixtos con predominancia cualitativa, el estudio analiza 17 declaraciones de cumbres BRICS para construir un Índice de Realismo Ontológico (IRO), correlacionado con un Índice de Resultados en Equidad (IRE) compuesto por los cambios en cuotas del Fondo Monetario Internacional (FMI), préstamos del Nuevo Banco de Desarrollo y comercio en monedas locales. Los resultados muestran que los aumentos del IRO después de 2023 preceden a ganancias significativas del IRE, con BRICS superando a un G20 sintético de control e incrementando su centralidad en los pagos globales. A pesar de las asimetrías internas del bloque, el énfasis de BRICS en la Paz Ontológica (libertad frente a perturbaciones) y la Neutralidad (representación ascendente) ofrece un modelo viable de reforma. Las recomendaciones incluyen reponderar las cuotas del FMI mediante un índice de equidad ontológica e institucionalizar foros cívicos en BRICS y la Organización de las Naciones Unidas (ONU). Este estudio redefine el realismo para un orden mundial pluralista, posicionando a BRICS como un actor transformador en la gobernanza global.
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Realismo, Realismo crítico, BRICS, Realismo ontológico, Relações internacionais
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PRAT, Lillie Ferriol. Brics and global governance reform : ontological realism for an equitable world order. Revista Tempo do Mundo. Rio de Janeiro, n. 38, p. 43-79, ago. 2025. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/rtm38art1
