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Scientific diplomacy and systemic reconfiguration : Brics in the governance of marina, polar, and climate global commons

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Diplomacia científica e reconfiguração sistêmica : o Brics na governança dos bens comuns globais marinhos, polares e climáticos, Diplomacia científica y reconfiguración sistémica : los Brics en la gobernanza de los bienes comunes globales marinos, polares y climáticos

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Resumo

This article analyzes the role of BRICS in the governance of marine, polar, and climate global commons amid a context of systemic transition, marked by global environmental crises and normative disputes within multilateral institutions. Grounded in the relational theory of international relations (Yaqing Qin) and the concept of planetary infrastructures, the article argues that BRICS is consolidating an emerging architecture of environmental governance, based on scientific diplomacy, cooperative data production, and climate justice. The analysis draws on an original comparative matrix that maps the level of adhesion and engagement of BRICS countries in major multilateral regimes, such as the Antarctic Treaty, Commission for the Conservation of Antarctic Marine Living Resources (CCAMLR), United Nations Convention on the Law of the Sea (UNCLOS), the Madrid Protocol, and the Agreement on Marine Biological Diversity of Areas Beyond National Jurisdiction (BBNJ Agreement). The findings reveal that the group is expanding its normative capacity within these regimes while building epistemic convergence around a shared horizon of planetary responsibility. In this context, BRICS contributes meaningfully to the realization of the principle of a “community of shared future for humankind” (renlei mingyun gongtongti – 人类命运共同体), rooted in systemic interdependence, global equity, and the co-production of sustainable solutions among global South actors.

Resumo traduzido

Este artigo analisa o papel do BRICS na governança dos bens comuns globais marinhos, polares e climáticos em um contexto de transição sistêmica, marcado por crises ambientais globais e disputas normativas dentro de instituições multilaterais. Com base na teoria relacional das relações internacionais, de Yaqing Qin, e no conceito de infraestruturas planetárias, o artigo argumenta que o BRICS está consolidando uma arquitetura emergente de governança ambiental, baseada na diplomacia científica, na produção cooperativa de dados e na justiça climática. A análise se baseia em uma matriz comparativa original que mapeia o nível de adesão e engajamento dos países do BRICS nos principais regimes multilaterais, como o Tratado da Antártida, a Comissão para a Conservação da Fauna e da Flora Marinhas da Antártida (CCAMLR), a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS), o Protocolo de Madri e o Acordo sobre Diversidade Biológica Além das Áreas de Jurisdição Nacional (BBNJ). Os resultados revelam que o grupo está expandindo sua capacidade normativa dentro desses regimes, ao mesmo tempo em que constrói uma convergência epistêmica em torno de um horizonte compartilhado de responsabilidade planetária. Nesse contexto, o BRICS contribui significativamente para a realização do princípio de uma “comunidade de futuro compartilhado para a humanidade” (renlei mingyun gongtongti – 人类命运共同体), enraizada na interdependência sistêmica, na equidade global e na coprodução de soluções sustentáveis entre os atores do Sul global.
Este artículo analiza el papel de los BRICS en la gobernanza de los bienes comunes globales marinos, polares y climáticos en un contexto de transición sistémica, marcado por crisis medioambientales globales y disputas normativas dentro de las instituciones multilaterales. Basándose en la teoría relacional de las relaciones internacionales (Yaqing Qin) y en el concepto de infraestructuras planetarias, el artículo sostiene que los BRICS están consolidando una arquitectura emergente de gobernanza medioambiental, basada en la diplomacia científica, la producción cooperativa de datos y la justicia climática. El análisis se basa en una matriz comparativa original que mapea el nivel de adhesión y compromiso de los países BRICS en los principales regímenes multilaterales, como el Tratado Antártico, la Comisión para la Conservación de los Recursos Vivos Marinos Antárticos (CCRVMA), la Convención de las Naciones Unidas sobre el Derecho del Mar (CNUDM), el Protocolo de Madrid y el acuerdo sobre la diversidad biológica fuera de las zonas de jurisdicción nacional (BBNJ). Las conclusiones revelan que el grupo está ampliando su capacidad normativa dentro de estos regímenes, al tiempo que construye una convergencia epistémica en torno a un horizonte compartido de responsabilidad planetaria. En este contexto, los BRICS contribuyen de manera significativa a la realización del principio de una “comunidad de futuro compartido para la humanidad” (renlei mingyun gongtongti – 人类命运共同体), arraigado en la interdependencia sistémica, la equidad global y la coproducción de soluciones sostenibles entre los actores del Sur global.

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SILVEIRA, Laura Cristina Feindt Urrejola. Scientific diplomacy and systemic reconfiguration: Brics in the governance of marina, polar, and climate global commons. Revista Tempo do Mundo. Rio de Janeiro, n. 38, p. 447-470, ago. 2025. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/rtm38art15.

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