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International trade and greenhouse gas emission patterns between Brazil and the original Brics countries

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eng

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China - Índia - Rússia - África do Sul

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BR

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Titulo alternativo

Comércio internacional e padrões de emissão de gases de efeito estufa entre o Brasil e os países originais do Brics, Comercio internacional y patrones de emisiones de gases de efecto invernadero entre Brasil y los países Brics originales

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Resumo

The objective of this study was to estimate the greenhouse gas (GHG) emissions embodied in trade between Brazil and the original BRICS countries (China, India, Russia, and South Africa) for the year 2022. Based on EXIOBASE data, the emissions indicator reveals that China is the primary source of emissions embedded in Brazilian imports. At the same time, Russia records the highest emissions indicator among the destinations of Brazilian exports, indicating a greater emissions intensity relative to trade volume. The results show that China was the main destination for Brazilian exports, absorbing approximately 23.1 million tons of CO2 . It also accounted for the largest share of emissions embedded in Brazil’s imports, with around 52.8 million tons of TCO2 , an outcome consistent with the trade volume between the two countries. The indicator analysis shows that, for exports, Russia (4.3%), India (1.4%), and South Africa (0.6%) present positive values, while China (-6.8%) has an emissions intensity lower than the average for Brazilian exports. In the case of imports, the pattern is reversed: only China presents a positive value (6.4%), indicating a higher emissions intensity than the average, while Russia (-2.6%), India (-0.2%), South Africa (-0.1%), and the rest of the world (-3.5%) record negative values. Emissions associated with exports were mainly concentrated in sectors such as food production and animal farming, whereas imports were dominated by intermediate and capital goods with high emissions intensity.

Resumo traduzido

O objetivo deste artigo foi estimar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) incorporadas no comércio entre o Brasil e os países originais do BRICS (China, Índia, Rússia e África do Sul) para o ano de 2022. Com base em dados da EXIOBASE, o indicador de emissões revela que a China é a principal fonte de emissões incorporadas nas importações brasileiras. Ao mesmo tempo, a Rússia apresenta o maior indicador de emissões entre os destinos das exportações brasileiras, indicando uma maior intensidade de emissões em relação ao volume comercial. Os resultados mostram que a China foi o principal destino das exportações brasileiras, absorvendo aproximadamente 23,1 milhões de toneladas de CO2 . Também representou a maior parcela das emissões incorporadas nas importações do Brasil, com cerca de 52,8 milhões de toneladas de TCO2 , resultado alinhado ao volume comercial entre os dois países. A análise dos indicadores evidencia que, nas exportações, Rússia (4,3%), Índia (1,4%) e África do Sul (0,6%) apresentam valores positivos, enquanto a China (-6,8%) possui intensidade de emissões inferior à média das exportações brasileiras. No caso das importações, o padrão se inverte: apenas a China apresenta valor positivo (6,4%), indicando maior intensidade de emissões que a média, ao passo que Rússia (-2,6%), Índia (-0,2%), África do Sul (-0,1%) e o restante do mundo (-3,5%) registram valores negativos. As emissões associadas às exportações concentraram-se principalmente em setores como produção de alimentos e pecuária, enquanto as importações foram dominadas por bens intermediários e de capital com alta intensidade de emissões.
El objetivo de este estudio fue estimar las emisiones de gases de efecto invernadero (GEI) incorporadas en el comercio entre Brasil y los países originales del BRICS (China, India, Rusia y Sudáfrica) para el año 2022. Con base en datos de EXIOBASE, el indicador de emisiones revela que China es la principal fuente de emisiones incorporadas en las importaciones brasileñas. A su vez, Rusia presenta el mayor indicador entre los destinos de las exportaciones brasileñas, lo que indica una mayor intensidad de emisiones en relación con el volumen comercial. Los resultados muestran que China fue el principal destino de las exportaciones brasileñas, absorbiendo aproximadamente 23,1 millones de toneladas de CO2 , y también representó la mayor parte de las emisiones incorporadas en las importaciones de Brasil, con cerca de 52,8 millones de toneladas de TCO2 , resultado coherente con el volumen comercial entre ambos países. El análisis de los indicadores evidencia que, en las exportaciones, Rusia (4,3%), India (1,4%) y Sudáfrica (0,6%) presentan valores positivos, mientras que China (-6,8%) tiene una intensidad inferior al promedio de las exportaciones brasileñas. En las importaciones, el patrón se invierte: solo China presenta valor positivo (6,4%), indicando mayor intensidad que el promedio, mientras que Rusia (-2,6%), India (-0,2%), Sudáfrica (-0,1%) y el resto del mundo (-3,5%) registran valores negativos. Las emisiones asociadas a las exportaciones se concentraron principalmente en sectores como producción de alimentos y ganadería, mientras que las importaciones estuvieron dominadas por bienes intermedios y de capital con alta intensidad de emisiones y relevancia estratégica.

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Palavras-chave traduzidas

Análise insumo-produto, Emissões de gases de efeito estufa, BRICS, Comércio internacional, Intensidade de emissões

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Citação

TAIOKA, Tainari et al. International trade and greenhouse gas emission patterns between Brazil and the original Brics countries. Revista Tempo do Mundo. Rio de Janeiro, n. 38, p. 211-236, ago. 2025. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/rtm38art7.

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